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29 abril 2021

Lily Collins

 Eu adorei a série "Emily in Paris". Despretensiosa, divertida, romântica, leve e charmosa. Certamente adjetivos que são emprestados à série pela sua protagonista, a encantadora Lily Collins!

Fiz dois retratos da atriz, um a grafite em meu sketchbook e outro em aquarela, recém concluída. Utilizei o papel profissional da marca SMLT, o qual gostei muito.





15 dezembro 2018

Hungary Trip VII - Szent István-bazilika

As I mentioned on my last post, I was working on the drawing of the basilica...It took me a few days to finish it, working bit by bit, very slowly. I just love to develop pencil drawings like that.
It's interesting to imagine I start the drawing on the spot exactly 2 months ago.



17 novembro 2018

Hungary Trip I - Jó napot!

Jó napot!

Pelas próximas semanas, postarei alguns desenhos e contarei algumas histórias da minha recente viagem à Hungria. Espero terminar esse pequeno 'projeto', muito embora devo confessar que dificilmente eu consigo manter uma disciplina e chegar até o fim, como foi o caso da viagem de Porto, em julho deste ano. Veremos o que posso fazer. Essa viagem tem um apelo maior, já que tenho um carinho especial por esse país e pela história da minha família, cuja origem é húngara (pelo lado materno).

Como falei anteriormente, neste post, meus avós e bisavós eram húngaros.
Pude, ao longo dos últimos meses, resgatar um pouco sobre a história deles. Na verdade, esse interesse nasceu ainda quando minha vó era viva. Respondendo à minha curiosidade, certo dia (em 2008) ela me trouxe uma caixa repleta de fotografias e documentos da família. Eu fiquei fascinado com tudo aquilo. Fiz muitas perguntas, anotei muitas coisas, pesquisei na internet à época e comecei a digitalizar esse material. Descobri, por exemplo, que apesar da região onde nasceram pertencer à Hungria (mesmo no passado), eles eram mais ligados à cultura Eslovena que à Húngara.

Muitos anos se passaram até que esse interesse veio à tona novamente, impulsionado pela possibilidade de visitar o país e explorar esse passado! Muito entusiasmado, fui com o coração aberto, e a curiosidade transbordando.
Eu tive a ajuda de algumas pessoas queridas, incluindo minha prima Marcia, que visitou a Hungria anteriormente e da minha amiga Cecilia, artista e sketcher húngara que conheci em 2011, no simpósio de urban sketchers de Lisboa.

Então -  apenas para introduzir o assunto da história familiar -  meus bisavós e avós nasceram na região de Vendvidék, no oeste da Hungria, muito próxima à fronteira da Eslovênia e Austria, no condado de Vas.
Vendvidék é o 'país dos Vendek', ou a 'Região Eslovena do Rio Raba'. 'Wend', em alemão significa 'forasteiro', ou 'estrangeiro', e designava o povo de origem eslava vivendo à leste do território germânico. O termo continuou designando, da mesma forma, o povo esloveno que passou a viver na região, trazidos por monges francos de Szentgotthárd, para ocupar e trabalhar a terra.
Os "Vendek" (o povo, palavra húngara no plural) tem sua própria identidade, cultura e língua. Minha vó (até onde sei) falava "Vend", um dialeto que mistura esloveno e húngaro.
Vendvidék compreende a área ao sul de Szentgotthárd, e à oeste de Orség, um parque nacional, repleto de florestas preservadas, região pontuada por inúmeros vilarejos.
A região de Vendvidék, propriamente dita, tem 7 vilarejos. Minha família tem origem em 4 deles: Felsőszölnök, Kétvölgy, Orfalu and Szakonyfalu. Os outros 3 vilarejos são Alsószölnök, Apátistvánfalva and Rábatótfalu. Falarei de cada um deles mais pra frente. Claro que visitei e desenhei em todos (exceto em Rábatótfalu). A cidade de Szentgotthárd também tem estreita ligação com os Vendek (inclusive tenho familiares vivendo lá, como eu iria descobrir ao longo da viagem!).

Essas informações foram estudadas no site Vendvidék.com, um projeto pessoal dos queridos Tibor Horvat e Joël Gerber, que vivem em Szentgotthárd e que tive o prazer de conhecer pessoalmente. Eles estudam o assunto há anos e estão sempre interessados em ajudar.

Abaixo, uma página dupla do meu sketchbook com dois mapas. à esquerda, o mapa da Hungria, onde pontuei as principais cidades, os dois principais rios (Danúbio, ou "Duna" e o Tisza), além do lago Balaton. Também está destacada a pequena região que mencionei acima, cujo ampliação vê-se no mapa da direita. Neste mapa, estão destacadas os principais vilarejos da região e os sobrenomes da minha família, que podemos dividir em 5 'braços': Bajzek, Trajber, Rákár, Mesics e Majczán.

Em breve postarei os primeiros desenhos da viagem.

Espero que você goste de viajar comigo!






For the next weeks, I'll be posting my drawings and telling some stories about my recent trip to Hungary. I hope I'll be able to finish this small project as I usually post just a few of each trip. For example, I have a lot more drawings from the Porto symposium yet to post. Anyways...let's see what I can do.

As I told before, my great-grandparents and grandparents (from my mother side) were born in Hungary.  Over the past few months, and mostly during the trip, I could trace back their roots. Actually, this little research started in 2008, when my grandmother was still alive. Back then, as she realized I was curious about her history, she gave me a box full of pictures and documents. I started scanning all of this material, and taking some notes about things she said.

This curiosity came back again recently, with the possibility to visit Hungary and explore this past! I took this chance with my heart and my mind open. I was helped by some people, including my cousin Marcia and my Hungarian friend Cecilia, artist and sketcher I met in 2011, at the Lisbon Urban Sketchers Symposium.

So, my Hungarian ancestors were born in a region called 'Vendvidék', in the western Hungary, near the Slovenian and Austria border - at the Vas County. 
Vendvidék is the 'country of the Vendek' or the 'Slovenes Raba Region' (Raba is a river). 'Wends' is a German word for "foreign".
The history of these people goes back hundreds of years. They have their own culture, language and identity. My grandmother used to speak 'Vend' (the language), which is a mixture of Slovenian and Hungarian. 
Vendvidék  is geographically connected to the Orség National Park in Hungary, a beautiful and picturesque region covered with forests and splattered with small villages.
There are 7 villages in Vendvidék itself. My family lived in four of them: Felsőszölnök, Kétvölgy, Orfalu and Szakonyfalu. The other three are: Alsószölnök, Apátistvánfalva and Rábatótfalu. Szentgotthárd has also straight connection with this culture. I visit (and sketched) all of them, except Rábatótfalu.

These information were collected at the Vendvidék.com, a website which belongs to Tibor Horvath and Joël Gerber, whom I have the pleasure to meet in person in Szentgotthárd, where they live. They were very thoughtful and willing to help.

Bellow, you'll see a spread of my sketchbook, with two maps I did at home. The first one is the map of Hungary, showing the main cities, the two most important rivers - Danube and Tisza and the lake Balaton. It is also marked the region I mentioned above (on the left). The region is featured on the other map, which shows the villages and the names of my ancestors (there were 5 'branches: Bajzek, Trajber, Rákár, Mesics and Majczán).





















I hope you enjoy taking this trip with me!

(Next, the first sketches of the trip).

01 março 2016

Painel com Desenho da Avenida Paulista

Semana passada foi conhecer o resultado da aplicação de um desenho meu na recepção da construtora Cáucaso, em São Paulo. A sede da construtora fica na Av. Paulista, o tema do desenho.
A arquitetura é muito interessante, elegantemente despojada. Me chamou a atenção a parede de tijolos e a iluminação.
O painel ficou muito legal. A impressão ficou excelente e a dobra do painel na parede que a arquiteta Julia Dante Petto foi uma sacada muito bacana.
Adorei!
Meus desenhos estão à disposição para este tipo de trabalho. Eu fornece o arquivo em alta resolução e estudo a proporção do painel na parede para o cliente.

Abraços!

22 junho 2015

Encontro de Urban Sketchers no Palácio das Indústrias

No último sábado, dia 20 de junho, rolou mais um encontro do grupo Urban Sketchers São Paulo, organizado por Ronaldo Kurita em parceria com o Museu Catavento e apoio da Papelaria Universitária, que há anos vem acompanhando o crescimento do grupo. O evento foi realizado no Palácio das Indústrias, um magnifico edifício no centro da cidade, que já foi tema de alguns desenhos meus.
Um deles, de 2009, foi feito em marcadores e tem um aspecto despojado e solto, do qual gosto muito.

Em maio deste ano, estive novamente por lá para fazer um novo trabalho, dessa vez em grafite, cujo resultado postarei em breve. Tratou-se de uma encomenda, na verdade um convite feito pelo mestre Matthew Brehm, do qual fiquei muito orgulhoso e contente. O passo-a-passo do desenho será publicado no próximo livro dele, que será sobre Perspectiva.
Toda a produção do desenho foi registrada pelo meu amigo e fotógrafo Alessandro Couto, que conseguiu alguns ângulos incríveis, como na foto abaixo, quando eu estava fazendo leitura de ângulos.


Enfim, no último sábado eu decidi fazer desenhos somente a caneta preta, uma tendencia que tenho observado em mim  quando vou para a rua desenhar. Acho que é para trabalhar mais relaxado, e gastar menos tempo e energia em cada desenho, possibilitando inclusive retratar mais ângulos e detalhes dos edifícios, como aconteceu no Palácio das Indústrias.

Seguem os desenhos!

Adicionar legenda
As imagens estão postadas na ordem em que os desenhos foram feitos. Consegui nessa oportunidade registrar alguns dos detalhes que muito aprecio nesta construção, como a esquina com nichos e espelho d'água, a Quimera (figura mitológica aqui segurando um mastro de bandeira), e o Carro-de-Bois, belíssimo conjunto escultórico. Desenhei ainda um recorte do panorama do centro de São Paulo, com o Edifício Altino Arantes (o Banespão) em destaque. Tais ângulos somente puderam ser desenhados pois tivemos acesso a alguns terraços privados do museu!
Terminei o dia almoçando com os colegas no Ponto Árabe, tradicional restaurante próximo ao Mercadão.
Foi um ótimo dia!

10 junho 2014

A Praça Roosevelt ainda é dos Sketchistas, ou melhor, dos Skatistas...

Neste último sábado tivemos mais um encontro de Urban Sketchers em São Paulo, na Praça Roosevelt.
Leia tudo sobre o evento neste post no blog do Urban Sketchers Brasil, e veja belas fotos daquele dia!

31 dezembro 2013

Adeus 2013...Bem vindo 2014!



Enfim, lá se vai 2013...restam poucas horas para a virada do ano e eu, sozinho em casa por enquanto, resolvi dar uma passada neste esquecido porém amado blog, o qual neglicenciei tanto nos últimos meses...
2013 foi um ano intenso, de muito trabalho e muito crescimento pessoal.
Eu reformei meu apartamento, brincando um pouco de ser arquiteto novamente...de brincadeira isso não tem nada, é verdade.
Em julho embarquei para a Europa, em uma jornada memorável que se iniciou no 4º Simpósio de Urban Sketching, o qual fui instrutor e participante novamente. Foi nos posts dessa viagem, que eu parei de postar aqui...para você ter uma idéia, ainda não escaniei todos aqueles desenhos!
Em agosto veio a idéia para realizar uma proposta para o Brasil sediar o próximo simpósio! 40 dias de trabalho, ao lado de Fernanda Campos, nos levaram à vitória. Paraty será a capital do desenho entre os dias 27 e 30 de agosto de 2014! A Copa já terá acabado...e estaremos todos lá, felizes, independente do Brasil ganhar ou perder o caneco.
2013 foi também o ano das 'expedições' de desenho: a primeira para a Amazônia, onde passei 8 dias desenhando e pintando no mais encantador, exuberante e intenso cenário em que já estive...mosquitos, borrachudos, vespas e abelhas me perturbaram e me picaram, mas eu insisti e insisti, brigando também com a autocobrança e a insegurança. O resultado foram cerca de 30 estudos, que farão parte de um livro comemorativo do Parque Cristalino, a ser lançado em 2014 ou 2015.
Depois vieram as expedições ao Rio de Janeiro: não tão selvagens, claro, mas igualmente intensas! E viva esta maravilhosa cidade!
Em 2013, os estudos sobre a alma continuaram, cada vez mais profundos. Em setembro fiz o Transcendendo seus Limites, um mergulho nas profundezas do meu ser e, ao mesmo tempo, um voo radical no céu da minha existência....em São Roque eu renasci. Continuo o mesmo, é verdade, mas talvez mais leve. Alguns bichos-papão viraram luz...

E que venha 2014!! Te recebo de braços abertos! Sem grandes promessas, mas com muita força de vontade...
Que venham mais expedições, mais encontros e mais desenhos, mais beijos e abraços, mais alegres dias de sol, mais nuvens de serenidade e ventos de mudanças, antigos amigos e novos desconhecidos.
Mais sucesso e muito mais dinheiro...
Mais amor e menos ódio.
Mais Luz.

Feliz 2014!



14 janeiro 2013

Viagem para a Serra da Mantiqueira I

Passei alguns dias viajando de carro pela Serra da Mantiqueira, entre Monte Verde e São Francisco Xavier.
Minha primeira parada foi em Monte Verde, onde me hospedei na Pousada Provence Cottage & Bistrô

 
A pousada é linda e muito confortável, em meio a um bosque e decorada cuidadosamente...Eu fiquei entusiasmado assim que cheguei, imaginando que teria muita inspiração para desenhar e pintar ali. Assim que me estabeleci, fiz as duas aquarelas acima.
O atendimento dos dois sócios da pousada é excepcional, ambos muito educados e atenciosos. Um deles é chef de cozinha e cria as receitas deliciosas do Bistrô. É interessante observar, de perto, uma pessoa com tanto talento para cozinhar. O cara é um artista!

Monte Verde é uma cidade pequena e  muito agradável, cheia de bons lugares para comer, como o Paulo das Trutas, onde fiz o desenho acima.
Outro atrativo que me chamou a atenção foram as inumeras trilhas para os picos da região, que chegam a atingir 2080 metros de altitude.
Eu fiz duas dessas trilhas, e obviamente carreguei meu sketchbook na mochila. Desenhar em lugares assim é um bom fechamento para uma aventura. No caso do desenho abaixo, ventava muito! O sketchbook balançava na minha mão...tratei de agir rápido, mas tomei muito cuidado para não deixar rolar nenhum marcador pedra abaixo. Devo ter levado cerca de 15 minutos para fazer este desenho.
 



Em breve postarei mais dessa viagem.
Abraços e ótimo 2013!

21 maio 2012

Lines and Colors

Um post rápido só para dividir com vocês minha alegria em ver meu trabalho divulgado no blog Lines and Colors.
Cliquem aqui para ver.
Recentemente também o blog Arktetonix fez um post sobre meu curso e trabalho, vejam aqui.
Ambos os blogs trazem ótimo conteúdo relacionado à arte e arquitetura.

Obrigado!
E para trazer um pouco de cor a este post, aqui vai uma aquarela que fiz recentemente.
Ah, a Bahia....


22 fevereiro 2012

Mais uma aquarela desse serzinho maravilhoso. As outras da série vc pode ver, aqui.

25 janeiro 2012

São Paulo 458 anos!!




















Aniversário de 458 anos minha cidade, que aprendi a amar através do desenho.

24 julho 2011

Isla Saona

Neste trabalho usei o mesmo processo do post anterior. Usei um sketch e uma fotografia como referência, embora dessa vez eu tenha me aproximado bem mais do ângulo da fotografia. Do sketch, veio a vontade de conseguir reproduzir as belas cores do ambiente, do céu azul ao mar do caribe. Mesmo assim tentei simplificar bastante o desenho....álias, tai um outro esforço que tenho feito - minimizar a parte do desenho nas aquarelas. Fico ansioso, e quero ir direto às cores. Também percebi com o tempo que, na hora de pintar, eu passava por cima de muitos detalhes - não há muito sentido em elaborar demais a base.
 The same process of the last post. I used a sketch and a photograph to create this watercolor, but in this time I got closer to the photograph itself. Since I did this sketch in Isla Saona, I was willing to make a watercolor in the studio.
I've been trying to reduce the drawing base in my watercolors, focusing more in the paint. I've realized that sometimes I went over many details when I was painting.
Hope that helps.

22 julho 2011

Cia Melhoramentos

Recentemente fiz uma aquarela utilizando duas ferramentas: um sketch e uma fotografia do mesmo local.
Tentei manter a atmosfera que me chamou a atenção desse lugar.
Acho que essa combinação é perfeita para trabalhos desse tipo - o sketch feito no local trás ao trabalho final algo a mais, talvez uma compreensão mais ampla do tema ou, que seja, uma identificação pessoal maior com o que você está fazendo. Por isso que eu evito pegar referências quaisquer para fazer estudos. Acho mais interessante gastar energia com temas que lhe dizem mais a respeito.
A fotografia feita no local ajuda a rever alguns detalhes que ficaram sugeridos demais no sketch, como as portas de ferro, nesse caso.


Since I have some visitors coming from another countries, I will try to translate some of the posts - the ones with subjects related to drawing and architectural renderings. I am not promising that I'm doing it everytime, but I will make an effort. Sorry for the English mistakes I will probably make.

I have recently make one watercolor using two tools: a sketch and a photograph from the same place.
I tried to keep the atmosphere that caught me there.
I think this combination is perfect for this studies - the sketch done on the spot brings something else to the final work, perhaps a broader undestanding of the topic, or a greater personal identification with what you are doing.
That's why I avoid taking any references from internet to this kind of studies. I find more interesting to spend energy on themes that tell you more about it.
A photograph taken at the site helps to review some other details that were suggested in the sketch, as the iron gates, in this case. 
Hope that helps.

12 junho 2011

Punta Cana

Há cerca de duas semanas estive em um lugar paradisíaco: Punta Cana, na República Domenicana.
Foram 5 dias vividos intensamente, com direito a muita comilança, cerveja, festas, praia e piscina....quase um Spring Break! Teve até mergulho com tubarões e golfinhos...
Bem, os tubarões eram do tipo ovíparos-banguelas, mas mesmo assim foi muito emocionante chegar tão perto e poder tocar esses bichos! Os golfinhos então, nem se fale! Ganhei até beijos! Foi fantástico.
Fantástico também foi poder desenhar sem compromisso com o tempo. Desenhar com o pé na areia...desenhar na beira da piscina.
Dessa vez levei um Moleskine próprio para pintar aquarelas. Acho que finalmente peguei o jeito do papel: não dá pra molhar muito...deve-se ter cuidado com o excesso de água. O que o faz ser mais objetivo.
Fiz muitos desenhos...além das aquarelas, fiz alguns desenhos a nanquim. Comum a todos, foi a tentativa de captar a realidade como ela se apresenta: as cores, a luz, o movimento, as proporções. Às vezes faltou intensidade nas cores, principalmente para retratar o mar, com seus azuis e verdes saturados e iluminados.
Bom...
Esse foi o primeiro desenho (ou pintura? velha historia):
Nessa tenda rolaram muitos casamentos, de dia ou a noite...pode parecer brega a principio, casar no meio de um monte de turistas, mas os noivos nunca pareceram estar preocupados.

Na aquarela a esquerda (abaixo), eu me lembro de ter pensado bastante em como representrar o guarda-sol sem poluir a imagem. Procurei tambem pegar a forma das folhas da palmeira de maneira a deixá-la tridimensional.
A cerveja "Presidente" é muito boa...fiz essa aquarela na varanda do quarto, em um dia de muita chuva. Tomei o conteúdo da garrafa e depois fiz o desenho.

A aquarela abaixo foi feita na Isla Saona...um local maravilhoso. Passeio de um dia inteiro a partir de Punta Cana, com direito a catamarã animadasso na ida, lancha velozissima na volta, piscina natural...aiaiai, aquelas coisas chatas. Difícil foi lidar com areia, suor e protetor solar durante a execução dos desenhos. Meu material sofreu com essa combinação. É preciso ter muito cuidado para não deixar cair um pincel na areia, nem engordurar o sketchbook com protetor.












 Em breve posto mais...

09 junho 2011

Video do Sketch!Jazz

O grande Montalvo Machado editou um vídeo de cada artista participante do evento.
Aqui vai o meu...ficou duca. O mais legal foi assistir isso grandão, no telão do evento.



SketchJazz - Eduardo Bajzek from Montalvo Machado on Vimeo.

Neste link, os vídeos de todos.

08 junho 2011

Como foi a Exposição do SketchJazz!

Foi fantástica!!

Estava tudo perfeito: a montagem das peças, o coquetel, o show, e os amigos.
Joel Lobo, Montalvo Machado e Fabio Corazza arrepiaram na organização do evento...
Para mim, foi emocionante ver minhas aquarelas na parede, ao lado de trabalhos de tamanha qualidade.
Para conferir os trabalhos de cada um, veja o site da loja do SketchJazz. Clique aqui e confira.
Lá você poderá adquirir as peças originais e as gravuras giclée, de alta qualidade.

Fiquei contente e orgulhoso, como já disse no post anterior, de fazer parte desse grupo.
Além de tudo, fiz novos amigos.
E vamos continuar desenhando!
Cada vez mais, com mais afinco e dedicação...os resultados começam a aparecer. É só confiar.

Eu quis retratar os ambientes e ocasiões que participei nos encontros do grupo. Usei meus próprios sketches feitos 'on-the-spot', além de fotografias tiradas por mim e referências da internet, para compor os quadros.

A primeira aquarela é do Bar São Cristovão:
A segunda aquarela produzida retrata o The Blue Bar, e a banda do Marcos Ottaviano:
A terceira, o All of Jazz:
 E aqui algumas fotos do evento:





Da esquerda pra direita:
Eu, Gustavo Rinaldi (atrás), Léo Gibran, Alexandre Eschenbach (meio), Joel Lobo (frente), Zé Otávio (lá atrás), Fabio Corazza, Montalvo Machado e Arthur D'Araujo.


Em breve postarei alguns desenhos preparatórios das aquarelas.

15 abril 2011

Marca d'água

Galera, apartir de agora minhas imagens vão aparecer neste blog assim:

Infelizmente tive que tomar essa atitude, pois usaram um imagem minha indevidamente. Achava que isso nunca ia acontecer, mas aconteceu. Ingenuidade da minha parte.
Acho uma merda ter que 'sujar' uma imagem com uma marca d'água assim, mas não tem jeito.
Ainda não sei se essa será a forma final dela, mas será por ai. E dá-lhe voltar post por post e ir subistituindo cada imagem. As perspectivas acho que não vão precisar de marca d'água, mas de qualquer forma vou colocar numa resolução tosca.
Pena. Adoro ver nos trabalhos dos outros uma boa resolução, pra ficar observando os mínimos detalhes, a maneira como foram feitos, etc. No meu caso isso acabou.
Fuck.

27 março 2011

Paris!

A cidade mais bonita do mundo.