Ontem fui passear e desenhar com minha namorada pelo Elevado João Goulart (o Minhocão) e Higienópolis.
No Elevado, desenhei este edifício antigo, colado à via. Chamou-me à atenção as sombras projetadas pelas pequenas sacadas, seu tom único de cinza que traz unidade à imagem, e até as pichações que conferem um ar de abandono e decadência.
Fiz o desenho utilizando primeiro lápis grafite para capturar as massas gerais do edificio, além de posicionar as sacadas e ajustar a perspectiva. Depois passei para a caneta nanquim, a fim de 'adiantar' o processo, na medida em que torna-se mais fácil definir as arestas e detalhes com linhas. Depois voltei ao lápis escurecendo tons e delineando sombras. A borracha foi utilizada para refinar algumas arestas, criar pontos de luz (vide roupas penduradas nas sacadas), e modelar nuvens.
Essa técnica de construção foi utilizada por mim pela primeira vez em um desenho que fiz a partir da cobertura do Shopping Light, em 2016. Acho que é uma ótima parceria essa entre lápis e nanquim.
Após um almoço 'esquecível' em uma padaria de Santa Cecília, caminhamos em direção a um edifício que chama a atenção de todos os que sobem a rua Aureliano Coutinho, que na esquina com a Marques de Itú torna-se rua Sabará. Trata-se do Edifício Domus, de 1958, projetado pelo casal de arquitetos italianos Maria Bardelli e Ermanno Siffredi, os mesmos que projetaram a famosa Galeria do Rock, no centro da cidade.
É muito interessante a forma curva dos terraços que, como disse o autor do livro São Paulo nas Alturas, Raul Juste Lores, "lembram a proa de um navio, decorados por pequenos furos que evocam um negativo de filme". Acho particularmente interessante também a forma refinada dos terraços à esquerda. Chama atenção ademais, o contraste das curvas com a trama reticular do imenso bloco de apartamentos do edifício Parque Higienópolis.
Neste desenho utilizei caneta Bic preta e markers. Foi dificil tomar a decisão de colorir o desenho que mostrava-se muito elegante somente em traços. Mas eu e minha namorada decidimos que valia a pena arriscar.
Mostrando postagens com marcador Markers. Mostrar todas as postagens
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12 fevereiro 2018
12 janeiro 2016
Shopping Cidade São Paulo
No final do ano passado, realizei uma ilustração para o Shopping Cidade São Paulo, que fica na Avenida Paulista. Foi um trabalho desafiador pois exigiu montagem de perspectiva à mão livre, apenas com base em fotografias e mapas.
O conceito da ilustração foi mostrar a proximidade do shopping entre dois pontos urbanos muito conhecidos entre os paulistanos - o edifício da Gazeta, e o MASP. Assim, a única solução foi fazer uma perspectiva 180º da avenida.
Comecei fazendo uma vista aérea, mas que foi logo deixada de lado por não destacar o shopping no contexto da cidade. Ainda assim, gostei do estudo ;)
Fiz um novo estudo, dessa vez ao nível do observador, e apresentei um croqui geral para aprovação, onde procurei dar mais ênfase à fachada do shopping.
Com o croqui aprovado segui com a montagem da perspectiva à grafite, passei tudo a nanquim, e por fim, colori com markers.
A imagem final sofreu ainda algumas pequenas alterações, as quais realizei no Photoshop: eliminamos um carro e o motoqueiro, e deixamos o vidro da fachada mais próximo do real, que é mais dourado.
Enfim, gostei muito do processo e do resultado!
O conceito da ilustração foi mostrar a proximidade do shopping entre dois pontos urbanos muito conhecidos entre os paulistanos - o edifício da Gazeta, e o MASP. Assim, a única solução foi fazer uma perspectiva 180º da avenida.
Comecei fazendo uma vista aérea, mas que foi logo deixada de lado por não destacar o shopping no contexto da cidade. Ainda assim, gostei do estudo ;)
Fiz um novo estudo, dessa vez ao nível do observador, e apresentei um croqui geral para aprovação, onde procurei dar mais ênfase à fachada do shopping.
Com o croqui aprovado segui com a montagem da perspectiva à grafite, passei tudo a nanquim, e por fim, colori com markers.
A imagem final sofreu ainda algumas pequenas alterações, as quais realizei no Photoshop: eliminamos um carro e o motoqueiro, e deixamos o vidro da fachada mais próximo do real, que é mais dourado.
Enfim, gostei muito do processo e do resultado!
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14 setembro 2015
Perspectivas Vila do Ipê Empreendimentos
Os desenhos forma feitos com marcadores e lápis de cor, e seguiram uma proposta mais 'solta' e 'fluida', por solicitação do cliente.
Normalmente, costumo fazer peças mais 'acabadas' ou 'arte-final' para lançamentos imobiliários. Por isso, esse trabalho foi, de certa forma, um desafio para mim. É impressionante a diferença que percebo quando faço um croqui para estudo (de qualquer natureza), e de quando 'tento' fazer um croqui. Nesse último caso, é interessante observar um pensamento focado no resultado, o que tende a subtrair a espontaneidade do desenho. Para lidar com essa questão, fiz alguns estudos preliminares e tentei limitar o tempo empregado na execução. Criei também uma paleta de cores para me guiar e tomei cuidado com a cadência (ou ritmo) do traçado.
No final do processo, eu gostei bastante do resultado, principalmente quando observado o conjunto das imagens.
Os projetos são de autoria da Contart & Takano Arquitetura e Urbanismo.
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24 novembro 2014
O Velhão!
Sábado, dia 15 de novembro, estive com um grupo de colegas no complexo "O Velhão", ao norte da cidade de São Paulo, para o 42º Encontro de Urban Sketchers São Paulo. Recebemos duas colegas do grupo-irmão Croquis Urbanos, de Curitiba.
Empolgado, principalmente no início, fiz vários desenhos seguindo diferentes abordagens e técnicas.
O primeiro desenho (acima), talvez o mais bem sucedido, foi feito somente com canetas de tinta preta, acompanhando as formas elaboradas da original arquitetura do local, com destaque para a escada caracol de ferro.
O segundo desenho foi um sketch rápido de uma cena a partir do segundo pavimento de uma das construções, onde me chamou a atenção os telhados antigos, que formavam caminhos tortuosos de telhas.
Em seguida fiz um sketch com marcadores de um canto muito pitoresco, cheio de contrastes interessantes. Gostei bastante do resultado, mas achei o poste pesado na composição.
Mais tarde, após nosso almoço, fiz mais um desenho com marcadores do espaço do restaurante. A idéia era boa, mas não fiquei muito feliz com o resultado...bem, pelo menos segui uma linha diferente do meu trivial.
O último desenho foi feito quando eu já estava um pouco cansado, apesar da vista promissora! E me lembrei do post que fiz recentemente, onde comentei dos 5 estágios do processo criativo. Posso dizer que vivi claramente àquela sequencia! Permaneci por um bom tempo naquela fase 'puts, ferrei com tudo', quando comecei a dar algumas 'pinceladas' com a caneta preta no fundo...mas tentei manter o controle, e fechei o caderno antes que estragasse tudo. Hoje, olho para esse desenho e o acho ousado, porém nada além disso. Mas talvez ainda esteja influenciado por aquele olhar crítico...
Foi um dia agradável!
Este é um daqueles lugares que dá vontade de sempre retornar para experimentar diferentes abordagens, explorando suas incontáveis possibilidades de desenhos!
Empolgado, principalmente no início, fiz vários desenhos seguindo diferentes abordagens e técnicas.
O primeiro desenho (acima), talvez o mais bem sucedido, foi feito somente com canetas de tinta preta, acompanhando as formas elaboradas da original arquitetura do local, com destaque para a escada caracol de ferro.
Em seguida fiz um sketch com marcadores de um canto muito pitoresco, cheio de contrastes interessantes. Gostei bastante do resultado, mas achei o poste pesado na composição.
Mais tarde, após nosso almoço, fiz mais um desenho com marcadores do espaço do restaurante. A idéia era boa, mas não fiquei muito feliz com o resultado...bem, pelo menos segui uma linha diferente do meu trivial.
O último desenho foi feito quando eu já estava um pouco cansado, apesar da vista promissora! E me lembrei do post que fiz recentemente, onde comentei dos 5 estágios do processo criativo. Posso dizer que vivi claramente àquela sequencia! Permaneci por um bom tempo naquela fase 'puts, ferrei com tudo', quando comecei a dar algumas 'pinceladas' com a caneta preta no fundo...mas tentei manter o controle, e fechei o caderno antes que estragasse tudo. Hoje, olho para esse desenho e o acho ousado, porém nada além disso. Mas talvez ainda esteja influenciado por aquele olhar crítico...
Foi um dia agradável!
Este é um daqueles lugares que dá vontade de sempre retornar para experimentar diferentes abordagens, explorando suas incontáveis possibilidades de desenhos!
| Uma 'selfie' do grupo |
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28 outubro 2014
Desenhando na FAU - USP
No ultimo sábado fui desenhar com um grupo de colegas na USP, em São Paulo. Nosso primeiro objetivo era retratar o edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - a FAU, projetada nos anos 1950 pelo arquiteto Vilanova Artigas.
Este foi um encontro especialmente agradável, pois tive a oportunidade de conhecer o Fernando Simon, administrador do Urban Sketchers Goiânia, alem de apreciar a aula sobre arquitetura, ao ar livre, que meu amigo Rodrigo Queiroz nos ofereceu generosamente.
Desenhamos também a Biblioteca Brasiliana, recentemente inaugurada no campus, projeto de Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb.
Este foi um encontro especialmente agradável, pois tive a oportunidade de conhecer o Fernando Simon, administrador do Urban Sketchers Goiânia, alem de apreciar a aula sobre arquitetura, ao ar livre, que meu amigo Rodrigo Queiroz nos ofereceu generosamente.
Desenhamos também a Biblioteca Brasiliana, recentemente inaugurada no campus, projeto de Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb.
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09 janeiro 2014
Centro Empresarial Itau
Em novembro de 2013 fizemos um encontro de Urban Sketchers em local muito interessante para se desenhar - o Centro Empresarial Itaú, no metrô Conceição. Passamos uma ótima manhã de domingo por lá...
Encontrei essa página e achei legal publica-la pois envolve um 'approach' diferente. Eu primeiro fiz um sketch rápido da cena, pois queria ter um enquadramento diferente. Lembro que me chamou a atenção esse corte inclinado do canto da torre...o espelho d'água e as árvores ao fundo, dando um ótimo contraste, e os reflexos na fachada de vidro, criando um segundo universo lá dentro.
Após feito esse estudo iniciei o outro desenho usando apenas marcadores e evitando a linha, de modo a construir a imagem apenas com massas de cores.
Espero que gostem!
Abraços
Encontrei essa página e achei legal publica-la pois envolve um 'approach' diferente. Eu primeiro fiz um sketch rápido da cena, pois queria ter um enquadramento diferente. Lembro que me chamou a atenção esse corte inclinado do canto da torre...o espelho d'água e as árvores ao fundo, dando um ótimo contraste, e os reflexos na fachada de vidro, criando um segundo universo lá dentro.
Após feito esse estudo iniciei o outro desenho usando apenas marcadores e evitando a linha, de modo a construir a imagem apenas com massas de cores.
Espero que gostem!
Abraços
29 julho 2013
Europa 2013 - 2º dia
No segunda dia em Barcelona, fiquei estudando o local do meu workshop e imediações, de forma a encontrar temas interessantes para os alunos. Encontrei alguns pontos legais, mas resolvi localizar algumas alternativas. Encontrei um tema ótimo para um primeiro exercício, com um banco de concreto onde os alunos poderiam ver minha apresentação e depois testar a técnica. Minha ideia era que fizessem algo bem simples no inicio, usando apenas uma cor ou tons de cinza, como no sketch abaixo, no topo da página:
Em seguida achei uma praça interessante, com boas vistas e bastante sombra, onde fiz o sketch acima, procurando ainda manter um tamanho pequeno.
Mais adiante, próximo às Ramblas, fiz um desenho mais lento da Igreja del Carmem, a mesma do primeiro dia, agora com os marcadores. O excesso de pessoas circulando me fez convicto de que aquele não seria um bom local para trazer os alunos. Além disso, esse ângulo da igreja não é dos mais convidativos e atraentes.
Mais tarde decidi que a esquina abaixo seria outro tema bacana.
Mais uma vez trabalhei apenas com uma cor e apliquei sucessivas camadas no papel. A técnica de marcadores permite trabalhar 'wet-on-wet', o que as vezes a aproxima da aquarela.
Enfim, me sentia dessa forma preparado para caminhar com os alunos e parar nos melhores locais. Segui esse roteiro com a primeira turma.
Depois me informariam de um outro local nas imediações, que foi perfeito para as demais sessões.
Durante o almoço fiz ainda um rápido sketch, enquanto esperava pela gordurosa pizza que comi.
Ainda era terça-feira, e o simpósio só começaria na quinta. No dia seguinte, aconteceria um sketchcrawl próximo à Sagrada Familia.
Em seguida achei uma praça interessante, com boas vistas e bastante sombra, onde fiz o sketch acima, procurando ainda manter um tamanho pequeno.
Mais adiante, próximo às Ramblas, fiz um desenho mais lento da Igreja del Carmem, a mesma do primeiro dia, agora com os marcadores. O excesso de pessoas circulando me fez convicto de que aquele não seria um bom local para trazer os alunos. Além disso, esse ângulo da igreja não é dos mais convidativos e atraentes.
Mais tarde decidi que a esquina abaixo seria outro tema bacana.
Mais uma vez trabalhei apenas com uma cor e apliquei sucessivas camadas no papel. A técnica de marcadores permite trabalhar 'wet-on-wet', o que as vezes a aproxima da aquarela.
Enfim, me sentia dessa forma preparado para caminhar com os alunos e parar nos melhores locais. Segui esse roteiro com a primeira turma.
Depois me informariam de um outro local nas imediações, que foi perfeito para as demais sessões.
Durante o almoço fiz ainda um rápido sketch, enquanto esperava pela gordurosa pizza que comi.
Ainda era terça-feira, e o simpósio só começaria na quinta. No dia seguinte, aconteceria um sketchcrawl próximo à Sagrada Familia.
14 janeiro 2013
Viagem para a Serra da Mantiqueira I
Minha primeira parada foi em Monte Verde, onde me hospedei na Pousada Provence Cottage & Bistrô
O atendimento dos dois sócios da pousada é excepcional, ambos muito educados e atenciosos. Um deles é chef de cozinha e cria as receitas deliciosas do Bistrô. É interessante observar, de perto, uma pessoa com tanto talento para cozinhar. O cara é um artista!
Monte Verde é uma cidade pequena e muito agradável, cheia de bons lugares para comer, como o Paulo das Trutas, onde fiz o desenho acima.
Outro atrativo que me chamou a atenção foram as inumeras trilhas para os picos da região, que chegam a atingir 2080 metros de altitude.
Eu fiz duas dessas trilhas, e obviamente carreguei meu sketchbook na mochila. Desenhar em lugares assim é um bom fechamento para uma aventura. No caso do desenho abaixo, ventava muito! O sketchbook balançava na minha mão...tratei de agir rápido, mas tomei muito cuidado para não deixar rolar nenhum marcador pedra abaixo. Devo ter levado cerca de 15 minutos para fazer este desenho.
Abraços e ótimo 2013!
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27 dezembro 2012
Prancha de Projeto
Há algumas semanas eu finalizei um dos trabalhos mais elaborados que eu já fiz no campo da ilustração arquitetônica.
Participei deste projeto desde o inicio, visitando o local com a arquiteta e ouvindo dos clientes suas aspirações.
Tirei muitas fotos do local, que foram fundamentais em todo o processo.
Na primeira etapa do trabalho realizei uma série de estudos feitos sobre as fotos. Redescobri uma ótima maneira de trabalhar com marcadores - no desenvolvimento de idéias.
Assim que elaborei alguns croquis, os escaniei para preservar a base e imprimir quantas cópias eu quisesse, de modo a testar diferentes cores. Achei muito prático fazer isso. Tão prático que os próprios estudos foram apresentados aos clientes, montados em forma de uma prancha (que já serviu como um aperitivo o trabalho final). Ou seja, desenhos feitos para estudo de projeto, que já são ao mesmo tempo material de apresentação.
Essa etapa foi a mais trabalhosa.
Eu sempre quis produzir uma prancha de projeto arquitetônico, como se fazia antigamente. Esse projeto era perfeito para isso, pois existe um construção histórica no local, da qual tirei os detalhes para compor a margem da prancha.
Usei todos os artificios que tinha disponiveis para montar a composição: fotografias, photoshop, colagens, etc.
Demorei bastante tempo para desenhar tudo cuidadosamente. Essa fase é geralmente cansativa pois fico ansioso para começar a pintar.
Levei alguns dias para concluir a prancha, mas gostei muito do resultado!
A arquiteta enquadrou o original e ofereceu aos clientes como um presente. Eles adoraram e fiquei muito feliz com o resultado deste serviço.
Participei deste projeto desde o inicio, visitando o local com a arquiteta e ouvindo dos clientes suas aspirações.
Tirei muitas fotos do local, que foram fundamentais em todo o processo.
Na primeira etapa do trabalho realizei uma série de estudos feitos sobre as fotos. Redescobri uma ótima maneira de trabalhar com marcadores - no desenvolvimento de idéias.
Assim que elaborei alguns croquis, os escaniei para preservar a base e imprimir quantas cópias eu quisesse, de modo a testar diferentes cores. Achei muito prático fazer isso. Tão prático que os próprios estudos foram apresentados aos clientes, montados em forma de uma prancha (que já serviu como um aperitivo o trabalho final). Ou seja, desenhos feitos para estudo de projeto, que já são ao mesmo tempo material de apresentação.
Eu sempre quis produzir uma prancha de projeto arquitetônico, como se fazia antigamente. Esse projeto era perfeito para isso, pois existe um construção histórica no local, da qual tirei os detalhes para compor a margem da prancha.
Usei todos os artificios que tinha disponiveis para montar a composição: fotografias, photoshop, colagens, etc.
Demorei bastante tempo para desenhar tudo cuidadosamente. Essa fase é geralmente cansativa pois fico ansioso para começar a pintar.
Levei alguns dias para concluir a prancha, mas gostei muito do resultado!
A arquiteta enquadrou o original e ofereceu aos clientes como um presente. Eles adoraram e fiquei muito feliz com o resultado deste serviço.
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