Aqui vão os meus desenhos feitos neste dia. Dessa vez, deixei a arquitetura de lado (ou quase), e desenhei muitas pessoas...banhistas, velhinhos cochilando, ou os colegas desenhistas..
22 janeiro 2013
38º Sketchcrawl em São Paulo
Confira no blog do Urban Sketchers Brasil tudo o que rolou no 38º Sketchcrawl, a maratona internacional de desenhos, realizada no sábado dia 19 de janeiro, em São Paulo!
Aqui vão os meus desenhos feitos neste dia. Dessa vez, deixei a arquitetura de lado (ou quase), e desenhei muitas pessoas...banhistas, velhinhos cochilando, ou os colegas desenhistas..
Aqui vão os meus desenhos feitos neste dia. Dessa vez, deixei a arquitetura de lado (ou quase), e desenhei muitas pessoas...banhistas, velhinhos cochilando, ou os colegas desenhistas..
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Sketchcrawl,
Urban Sketches (Sketchbook)
15 janeiro 2013
38º Sketchcrawl!
Para quem é apaixonado por desenho e para quem apenas flerta com essa arte.
Para quem gosta de arquitetura e para quem se encanta com o simples movimento das pessoas.
Para profissionais e estudantes.
Arquitetos, ilustradores, designers, curiosos.
Sábado, dia 19 de janeiro é dia de Sketchcrawl, em um dos maiores icones arquitetonicos de São Paulo, o Sesc Pompéia, que vocês já viram retratado em muitos posts neste blog.
O sketchcrawl é um evento realizado periodicamente (a cada
três meses, em geral) e reúne milhares de desenhistas pelo desenho no mundo
todo. Não é preciso ser profissional, qualquer um pode participar.
Em cada evento uma data é definida, e as pessoas se reúnem
em suas cidades em locais pré-determinados. Forme um grupo em sua cidade e
participe desse grande ‘maratona’ de desenhos. Se não conseguir formar um
grupo, vá sozinho. Todos podem compartilhar seus desenhos no fórum
internacional do grupo (http://www.sketchcrawl.com/forum/)
O evento contará com o apoio da Papelaria Universitária, que nos acompanha desde abril de 2012, na 35º versão do evento, fornecendo brindes como camisetas, cadernos customizados e materiais de desenho.
Não é necessário se inscrever. Leve apenas seu material de desenhos e divirta-se!
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Sketchcrawl
14 janeiro 2013
Viagem para a Serra da Mantiqueira I
Minha primeira parada foi em Monte Verde, onde me hospedei na Pousada Provence Cottage & Bistrô
O atendimento dos dois sócios da pousada é excepcional, ambos muito educados e atenciosos. Um deles é chef de cozinha e cria as receitas deliciosas do Bistrô. É interessante observar, de perto, uma pessoa com tanto talento para cozinhar. O cara é um artista!
Monte Verde é uma cidade pequena e muito agradável, cheia de bons lugares para comer, como o Paulo das Trutas, onde fiz o desenho acima.
Outro atrativo que me chamou a atenção foram as inumeras trilhas para os picos da região, que chegam a atingir 2080 metros de altitude.
Eu fiz duas dessas trilhas, e obviamente carreguei meu sketchbook na mochila. Desenhar em lugares assim é um bom fechamento para uma aventura. No caso do desenho abaixo, ventava muito! O sketchbook balançava na minha mão...tratei de agir rápido, mas tomei muito cuidado para não deixar rolar nenhum marcador pedra abaixo. Devo ter levado cerca de 15 minutos para fazer este desenho.
Abraços e ótimo 2013!
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Urban Sketches (Sketchbook)
29 dezembro 2012
27 dezembro 2012
Prancha de Projeto
Há algumas semanas eu finalizei um dos trabalhos mais elaborados que eu já fiz no campo da ilustração arquitetônica.
Participei deste projeto desde o inicio, visitando o local com a arquiteta e ouvindo dos clientes suas aspirações.
Tirei muitas fotos do local, que foram fundamentais em todo o processo.
Na primeira etapa do trabalho realizei uma série de estudos feitos sobre as fotos. Redescobri uma ótima maneira de trabalhar com marcadores - no desenvolvimento de idéias.
Assim que elaborei alguns croquis, os escaniei para preservar a base e imprimir quantas cópias eu quisesse, de modo a testar diferentes cores. Achei muito prático fazer isso. Tão prático que os próprios estudos foram apresentados aos clientes, montados em forma de uma prancha (que já serviu como um aperitivo o trabalho final). Ou seja, desenhos feitos para estudo de projeto, que já são ao mesmo tempo material de apresentação.
Essa etapa foi a mais trabalhosa.
Eu sempre quis produzir uma prancha de projeto arquitetônico, como se fazia antigamente. Esse projeto era perfeito para isso, pois existe um construção histórica no local, da qual tirei os detalhes para compor a margem da prancha.
Usei todos os artificios que tinha disponiveis para montar a composição: fotografias, photoshop, colagens, etc.
Demorei bastante tempo para desenhar tudo cuidadosamente. Essa fase é geralmente cansativa pois fico ansioso para começar a pintar.
Levei alguns dias para concluir a prancha, mas gostei muito do resultado!
A arquiteta enquadrou o original e ofereceu aos clientes como um presente. Eles adoraram e fiquei muito feliz com o resultado deste serviço.
Participei deste projeto desde o inicio, visitando o local com a arquiteta e ouvindo dos clientes suas aspirações.
Tirei muitas fotos do local, que foram fundamentais em todo o processo.
Na primeira etapa do trabalho realizei uma série de estudos feitos sobre as fotos. Redescobri uma ótima maneira de trabalhar com marcadores - no desenvolvimento de idéias.
Assim que elaborei alguns croquis, os escaniei para preservar a base e imprimir quantas cópias eu quisesse, de modo a testar diferentes cores. Achei muito prático fazer isso. Tão prático que os próprios estudos foram apresentados aos clientes, montados em forma de uma prancha (que já serviu como um aperitivo o trabalho final). Ou seja, desenhos feitos para estudo de projeto, que já são ao mesmo tempo material de apresentação.
Eu sempre quis produzir uma prancha de projeto arquitetônico, como se fazia antigamente. Esse projeto era perfeito para isso, pois existe um construção histórica no local, da qual tirei os detalhes para compor a margem da prancha.
Usei todos os artificios que tinha disponiveis para montar a composição: fotografias, photoshop, colagens, etc.
Demorei bastante tempo para desenhar tudo cuidadosamente. Essa fase é geralmente cansativa pois fico ansioso para começar a pintar.
Levei alguns dias para concluir a prancha, mas gostei muito do resultado!
A arquiteta enquadrou o original e ofereceu aos clientes como um presente. Eles adoraram e fiquei muito feliz com o resultado deste serviço.
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Ilustrações Arquitetônicas,
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25 dezembro 2012
Perspectivas 180º feitas 'on site'
Em três ocasiões me aventurei a fazer perspectivas 180º 'on site'.
A primeira delas foi em Lisboa, no ano passado quando participei do 2º simpósio internacional de Urban Sketchers. Após uma aula memorável de perspectiva com o mestre maior dessa arte, Gerard Michel, fiquei entusiasmado a tentar. Fiz então um estudo à lápis, em uma praça próxima ao Castelo.
A outra vez foi no Joquei Clube aqui de São Paulo, sentado na arquibancada. Desenhei tudo o que estava a minha esquerda, e o que estava a minha direita, perfazendo 180º em duas visadas de 90º, totalizando 3 pontos de fuga (esquerda, centro e direita).
A última vez foi na minha última visita ao Sesc, no mesmo dia que fiz o desenho dos 'guardasois de concreto'.
Sentei em um sofazinho bem no centro do salão e comecei a longa e cansativa jornada de entender e representar tudo o que estava a minha frente, aos lados e acima da minha cabeça.
Me perdi inúmeras vezes. Minha intenção era fazer um trabalho de massas, mas não consegui manter o foco. Em um certo momento achei que eu tinha que avançar mais rápido e fechar o desenho de uma vez, então decidi usar uma caneta Stabilo preta sobre a base de grafite. O desenho fluiu melhor pois não me preocupei muito com o acabamento e sim em registrar a cena toda.
Já em casa eu usei uma caneta preta mais grossa para enfatizar algumas direções e organizar um pouco o desenho.
Lá no local tirei uma foto panorâmica com minha máquina. É interessante para poder entender o funcionamento da perspectiva, e notar como os pontos de fuga dos extremos se juntam em uma curva. A distância entre os pontos de fuga pode ser definida por você mesmo, assim como você pode manipular eventualmente o espaço ao seu favor. Neste caso eu exagerei a altura da colunas para conseguir mostrar um pouco mais o espaço atrás delas.
Para conhecer mais sobre esse universo das perspectivas esféricas conheça o trabalho de Gerard Michel, que é imperdivel. Ele chama esses desenhos de "Perspectives Games".
A primeira delas foi em Lisboa, no ano passado quando participei do 2º simpósio internacional de Urban Sketchers. Após uma aula memorável de perspectiva com o mestre maior dessa arte, Gerard Michel, fiquei entusiasmado a tentar. Fiz então um estudo à lápis, em uma praça próxima ao Castelo.
A outra vez foi no Joquei Clube aqui de São Paulo, sentado na arquibancada. Desenhei tudo o que estava a minha esquerda, e o que estava a minha direita, perfazendo 180º em duas visadas de 90º, totalizando 3 pontos de fuga (esquerda, centro e direita).
A última vez foi na minha última visita ao Sesc, no mesmo dia que fiz o desenho dos 'guardasois de concreto'.
Sentei em um sofazinho bem no centro do salão e comecei a longa e cansativa jornada de entender e representar tudo o que estava a minha frente, aos lados e acima da minha cabeça.
Me perdi inúmeras vezes. Minha intenção era fazer um trabalho de massas, mas não consegui manter o foco. Em um certo momento achei que eu tinha que avançar mais rápido e fechar o desenho de uma vez, então decidi usar uma caneta Stabilo preta sobre a base de grafite. O desenho fluiu melhor pois não me preocupei muito com o acabamento e sim em registrar a cena toda.
Já em casa eu usei uma caneta preta mais grossa para enfatizar algumas direções e organizar um pouco o desenho.
Lá no local tirei uma foto panorâmica com minha máquina. É interessante para poder entender o funcionamento da perspectiva, e notar como os pontos de fuga dos extremos se juntam em uma curva. A distância entre os pontos de fuga pode ser definida por você mesmo, assim como você pode manipular eventualmente o espaço ao seu favor. Neste caso eu exagerei a altura da colunas para conseguir mostrar um pouco mais o espaço atrás delas.
Para conhecer mais sobre esse universo das perspectivas esféricas conheça o trabalho de Gerard Michel, que é imperdivel. Ele chama esses desenhos de "Perspectives Games".
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* Sobre as Técnicas,
Urban Sketches (Sketchbook)
23 dezembro 2012
Desenho tonal no Sesc Pompéia
Recentemente fui ao Sesc Pompéia para realizar alguns estudos a lápis. Tal tarefa é um tanto restritiva, pois o Sesc tem muitas cores e texturas, ótimas para serem exploradas com marcadores ou aquarela.
Escolhi um canto novo para mim, pois já fui ao Sesc algumas vezes desenhar. Achei esse dois pedestais de concreto, que sustentam duas máquinas de ar condicionado, ao que parece.
Eu adoro o ar industrial da arquitetura de Lina Bo Bardi. Alias, este é para mim, um dos melhores projetos arquitetônicos de São Paulo.
O mais interessante é ver o movimento dos 'banhistas urbanos', que povoam o deck sobre o córrego, ardendo sob o sol escaldante das manhãs de dezembro. Só mesmo no Sesc.
Bem, fiz um desenho tonal, trabalhando por massas, tentando buscar o todo durante o processo inteiro. Sofri um pouco com a forma dos 'guardasois de concreto' e gostaria de ter tido mais tempo para chegar a alguns detalhes muito interessantes que observei, mas o calor, o sol e a fome não permitiram.
Tirei duas fotos do desenho lá no local para registrar o processo.
Assim que cheguei em casa escaniei o desenho no ponto em que estava:
E então trabalhei mais alguns minutos, abaixando alguns valores e organizando mais as massas.
Escolhi um canto novo para mim, pois já fui ao Sesc algumas vezes desenhar. Achei esse dois pedestais de concreto, que sustentam duas máquinas de ar condicionado, ao que parece.
Eu adoro o ar industrial da arquitetura de Lina Bo Bardi. Alias, este é para mim, um dos melhores projetos arquitetônicos de São Paulo.
O mais interessante é ver o movimento dos 'banhistas urbanos', que povoam o deck sobre o córrego, ardendo sob o sol escaldante das manhãs de dezembro. Só mesmo no Sesc.
Bem, fiz um desenho tonal, trabalhando por massas, tentando buscar o todo durante o processo inteiro. Sofri um pouco com a forma dos 'guardasois de concreto' e gostaria de ter tido mais tempo para chegar a alguns detalhes muito interessantes que observei, mas o calor, o sol e a fome não permitiram.
Tirei duas fotos do desenho lá no local para registrar o processo.
Assim que cheguei em casa escaniei o desenho no ponto em que estava:
E então trabalhei mais alguns minutos, abaixando alguns valores e organizando mais as massas.
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* Sobre as Técnicas,
Grafites,
Urban Sketches (Sketchbook)
21 dezembro 2012
Encomendas de Desenho de Observação
O primeiro deles foi uma aquarela feita para o paisagista Luciano Fiasch. Quando fui ao escritório dele, encontrei um cantinho à sombra, com vista para uma boa porção do jardim de entrada. Levei cerca de 3 horas para fazer a aquarela, formato aproximadamente 40x30cm.
O segundo fiz para o arquiteto Marcos Tomanik. Trata-se da fachada do edificio que ele projetou há algumas décadas, na aveninda Faria Lima. Fui em um domingo, no mês de novembro. Levei também algumas horinhas...foi pauleira, mas gostei do resultado.
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Aquarelas,
Urban Sketches (Sketchbook)
15 dezembro 2012
Curso do Bajzek
Amigos,
Hoje foi o encerramento da Turma IX.
A última aula de 2012 foi realizada hoje, no Centro Cultural São Paulo, mesmo com esse tempo horroroso que está rolando. Alguns alunos não puderam ir, mas mesmo assim a aula foi muito agradável e produtiva.
Fizemos inicialmente alguns desenhos de 'objetos', como luminárias, bancos, etc. Depois fizemos alguns estudos diretamente com marcadores ("Straight to Colors"), usando somente tons de cinza, e o resultado foi muito interessante. Para alguns (eu diria praticamente todos), trabalhar diretamente com massas ou shapes (tirando o foco do contorno), foi mais fácil que imaginavam! Pelo menos no que se refere a buscar o todo rapidamente, e encaixar melhor a proporção e perspectiva. Trabalhando com uma escala tonal reduzida é possível ajustar o desenho pouco a pouco. Estou ficando convencido que essa prática pode acompanhar o desenvolvimento dos alunos em qualquer estágio, ou seja, não é preciso dominar a linha para adentrar esse campo.
Vou pensar mais no assunto...certamente.
Aqui vão algumas fotos dessa turma. Infelizmente ficarei sem aquela com todos juntos.
O Curso do Bajzek completa 2 anos, atendendo mais de 80 alunos em sua versão extensiva, e 220 participantes em intensivos e workshops.
O curso vem crescendo a cada turma, com novos sistemas visuais para entendimento dos conceitos de perspectiva e demonstrações de alguns exercícios ou técnicas, como aquarela.
A turma X está sendo formada desde já. Se quiser receber mais informações envie uma mensagem para edubajzek@gmail.com
Abraços!
Hoje foi o encerramento da Turma IX.
A última aula de 2012 foi realizada hoje, no Centro Cultural São Paulo, mesmo com esse tempo horroroso que está rolando. Alguns alunos não puderam ir, mas mesmo assim a aula foi muito agradável e produtiva.
Fizemos inicialmente alguns desenhos de 'objetos', como luminárias, bancos, etc. Depois fizemos alguns estudos diretamente com marcadores ("Straight to Colors"), usando somente tons de cinza, e o resultado foi muito interessante. Para alguns (eu diria praticamente todos), trabalhar diretamente com massas ou shapes (tirando o foco do contorno), foi mais fácil que imaginavam! Pelo menos no que se refere a buscar o todo rapidamente, e encaixar melhor a proporção e perspectiva. Trabalhando com uma escala tonal reduzida é possível ajustar o desenho pouco a pouco. Estou ficando convencido que essa prática pode acompanhar o desenvolvimento dos alunos em qualquer estágio, ou seja, não é preciso dominar a linha para adentrar esse campo.
Vou pensar mais no assunto...certamente.
Aqui vão algumas fotos dessa turma. Infelizmente ficarei sem aquela com todos juntos.
O Curso do Bajzek completa 2 anos, atendendo mais de 80 alunos em sua versão extensiva, e 220 participantes em intensivos e workshops.
O curso vem crescendo a cada turma, com novos sistemas visuais para entendimento dos conceitos de perspectiva e demonstrações de alguns exercícios ou técnicas, como aquarela.
A turma X está sendo formada desde já. Se quiser receber mais informações envie uma mensagem para edubajzek@gmail.com
Abraços!
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Curso de Valorização Artística,
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10 dezembro 2012
Perspectiva Marcos Tomanik
Recentemente fiz uma perspectiva para o escritório Marcos Tomanik Arquitetura a qual usei a técnica de marcadores e lápis de cores.
Devido à posição da casa em relação ao norte magnético, optei por fazer uma luz de final de tarde. Essa decisão me levou a usar tons mais quentes no desenho, principalmente na vegetação, contrastando com sombras frias e azuladas.
Formato A3.
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Ilustrações Arquitetônicas
06 dezembro 2012
Paisagem em Azul
Dessa vez eu parei o processo antes de mudar a cor do marcador.
Neste que é um dos lugares que funcionam como retiro espiritual para mim, e que tem um nome sugestivo para isso: Ladeira da Morte.
Neste que é um dos lugares que funcionam como retiro espiritual para mim, e que tem um nome sugestivo para isso: Ladeira da Morte.
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Urban Sketches (Sketchbook)
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